As próteses de silicone mais antigas possuíam uma média de duração de 10 anos. Entretanto, graças às inovações tecnológicas na fabricação das próteses, o tempo de vida delas está variando entre 15 e 20 anos.
Mas o que mudou nas próteses de silicone?
As próteses de silicone dos anos 80 e 90 duravam menos porque, em sua maioria, tinham perfil liso, silicone um pouco mais líquido e material da cápsula mais fino. As próteses atuais possuem texturas que melhoram a biocompatibilidade, camadas mais grossas em suas cápsulas, além de silicone em gel coeso, que impossibilita a separação do material e permite mais naturalidade ao toque.
A prótese de silicone ainda possui diferentes formatos, podendo ser redonda, em gota ou cônica. Em algumas, é possível encontrar a opção de selecionar o perfil e a projeção de acordo com o desejo da paciente, como o perfil baixo, alto ou anatômico.
Por exemplo, uma prótese de silicone redonda com o perfil alto permite que os seios fiquem mais volumosos e projetados para frente. Já a prótese de perfil baixo tende a dar mais visibilidade ao colo mamário. A prótese de perfil anatômico é indicada para quem quer dar uma projeção similar à que já possui.
Uma preocupação frequente é a associação das próteses de silicone com o aparecimento de doenças e tumores. Estudos, entretanto, não confirmam essa relação. A prótese de silicone não impede a realização dos exames para o diagnóstico de câncer de mama. Se houver histórico familiar de casos da doença, o cirurgião plástico pode preferir inserir a prótese sob o músculo, o que facilita a realização de exames mais minuciosos.
Faça sempre exames de rotina como ultrassom, mamografia e, se houver necessidade, uma ressonância magnética.
Veja um vídeo explicativo em 3D.
Nele você poderá entender melhor como funciona o método.
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