Como qualquer procedimento cirúrgico, a mamoplastia de aumento requer algumas revisões por meio de exames periódicos, como a mamografia e o ultrassom das mamas, a fim de diagnosticar quaisquer alterações na região mamária da paciente.
É comum e esperado que após a colocação das próteses de silicone, o corpo reaja de maneira a expulsá-lo ou absorvê-lo. Como maneira de expelir o corpo estranho, o organismo isola a prótese em uma cápsula. Esse movimento pode causar enrijecimento da prótese e, em alguns casos raros, deformação da mama. São quatro os diferentes graus de contratura capsular.
1º Grau – As mamas permanecem bastante semelhantes aos seios não operados;
2º Grau – Essa é a contratura mínima, pouco endurecida, mas sem modificações visíveis;
3º Grau – Considerada moderada, a mama apresenta endurecimento, a prótese fica palpável e a alteração passa a ser visível.
4º Grau – Contratura severa ou grave, a mama passa a causar incômodo e dor à paciente, além de ter seu formato distorcido.
Muitos cirurgiões plásticos optam pela remoção e alteração da prótese quando há contratura severa, caso contrário é possível adotar outros métodos, a fim de se reverter o quadro.
Ainda não há pesquisas conclusivas em relação às causas da contratura capsular, podendo ocorrer no primeiro mês ou depois de anos, em uma ou ambas as mamas. Hoje, a contratura capsular possui índice de ocorrência mínima.
Veja um vídeo explicativo em 3D.
Nele você poderá entender melhor como funciona o método.
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